Parece até que 2017 passou num piscar de olhos! Mas, quando paramos para analisar a quantidade de meninas incríveis que brilharam durante os últimos 12 meses percebemos que não é bem assim.

O Força Meninas selecionou 16 histórias de garotas que transformaram não somente as suas vidas como a de muita gente!

Pequenas gigantes que ensinaram o valor da solidariedade, inovação, criatividade, educação, determinação e mostraram o lugar da mulher no mundo.

Confira a seguir as oito primeiras meninas:

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1 – Manoela Merotti

Manoela Meroti tinha apenas seis anos de idade quando resolveu vender pulseiras de elástico e quadros para comprar uma boneca.

Dois anos mais tarde ganhou um Hackathon, evento de programadores, criando o boneco Caça Heróis, feito de palitos de sorvete.

Extrovertida, carismática e bem sucedida em pouco tempo a menina começou a chamar a atenção e ser convidada a palestrar em diversos eventos como o Campus Party Brasil 2017.

O talento de Manoela também pode ser conferido na internet, em seu canal no youtube, onde ela ensina a desenhar, pintar, cozinhar e fazer artesanatos.

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2 – Tabata Amaral

Tabata Amaral de Pontes, 23 anos, diz que sonha em ser presidente do Brasil! Para tanto, a cientista política, formada na universidade americana Harvard, já planeja mestrado em economia e políticas públicas.

Em parceria com alguns amigos ela é criadora do projeto Mapa Educação, que identificou as fragilidades do país na área e propõe ações como o acompanhamento das promessas feitas por políticos sobre o assunto, nas eleições de 2016.

No começo de 2017 iniciou outro movimento político, o Acredito. Entre as pautas defendidas está a educação de qualidade. Uma bela trajetória para quem já deseja se candidatar a deputada em 2022.

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 3 – Bianca Caravajo e Deborah de Angelo

A locomoção é uma das principais questões para as pessoas com deficiência visual. Sabendo disso, Deborah de Angelo, 19 anos, e Bianca Caravajo, 20 anos, resolveram fazer algo a respeito.

Tudo começou em 2015, quando Deborah conheceu um deficiente que demorava três horas para percorrer um trajeto que ela levava uma hora.  Observando a dificuldade do amigo, ela e Bianca, criaram um aplicativo de celular, o Sonya.

O aplicativo mostra locais onde há pisos táteis, as principais e melhores rotas de ônibus, bem como outras informações que facilitam a movimentação dos deficientes visuais nos centros urbanos.

Uma contribuição e tanto para este público!

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4 – Raíssa Kist, Nicole Zagonel e Francieli Bittencourt

Para as estudantes de engenharia química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Raíssa Kist, de 23 anos, Nicole Zagonel e Francieli Bittencourt, ambas com 25 anos, falar de menstruação não pode ser tabu.

Tanto que criaram uma marca de calcinhas reutilizáveis que absorvem a menstruação, a Herself. Por enquanto elas disponibilizam dois modelos. As peças são feitas com três tecidos, impermeáveis e com propriedade antimicrobianas.

Para as meninas, muitos anos se passaram sem que houvesse inovação na evolução dos protetores menstruais. Por isso acreditam que as calcinhas são um grande avanço para as mulheres!

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5 – Luiza Travassos

Com apenas 13 anos de idade, Luiza Travassos sabe bem o que deseja: quer se tornar uma grande jogadora profissional de futebol. Para ela, essa coisa de que a modalidade foi feita para os meninos ficou no passado.

Além de fazer aulas e participar de competições, Luiza também mantém um blog para a emissora ESPN. Nele ela conta um pouco da sua rotina, a relação com os pais, professores e tudo que envolve o universo futebolístico.

Por sua determinação e talento, em 2017, ela foi selecionada para integrar a lista da #BBC100 Women 2017, das 100 mulheres mais influentes de todo o mundo! Um arraso!

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6 – MC Soffia

MC Soffia aprendeu desde muito cedo o que o preconceito significa. Na escola ouvia que seu cabelo era feio e precisava ser alisado. Chegou a seguir a “sugestão” dos colegas, mas logo se deu conta de que era bonita sem precisar ser outra pessoa.

É exatamente essa a mensagem que a MC, de 13 anos, passa em suas canções, desde que começou a compor no projeto Futuro Hip Hop. De lá para cá, a paulista já se apresentou nas Olimpíadas do Rio 2016 e com artistas famosos como Flora Mattos e Racionais MC’s.

Para a garota cantar é uma diversão, mas também uma missão, já que espera ser referência para todas as meninas negras se sentirem bonitas, capazes e felizes.

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7 – Rivânia da Silva

O ano de 2017 vai ficar marcado na vida de Rivânia da Silva, de 8 anos de idade. É que ela passou por uma experiência que, infelizmente também já foi vivida por muitas outras famílias brasileiras: perder o pouco que se tem em razão de uma enchente.

Mas, a garotinha não ganhou o noticiário nacional apenas por sua triste realidade, mas porque ao contrário de muitos outros, preferiu salvar os seus livros e material escolar, em vez de roupas ou brinquedo.

Para a menina do Recife esse era o seu maior tesouro, a esperança em um futuro melhor. Sua história comoveu o país e mostrou a importância e o impacto da educação na vida dos cidadãos.

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8 – Jordan Reeves

Quando perguntaram para Jordan Reeves que poderes ela gostaria de ter se fosse uma super-heroína, a garota respondeu que seria uma prótese no formato de chifre de unicórnio capaz de disparar glitter! É isso mesmo!

A ideia da garota americana, de 11 anos, surgiu durante um acampamento para crianças com deficiência nos membros superiores. Ao ouvirem a proposta do “Projeto Unicórnio”, os organizadores resolveram levá-lo para um designer que colocou o sonho em prática.

Depois de sua primeira criação, Jordan agora desenvolve outra prótese para pegar toalhas de papel nos dispensários dos banheiros públicos.  Essa não terá brilho, mas também será sensacional!

 

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